QUINTAL VIVO – Círculo de Vivências

setembro 11, 2010

Quintal Vivo 2010 – divulgação e detalhes sobre as vivências

Filed under: Quintal Vivo 2010 — quintalvivo @ 4:47 am

“Estavam ali parados. Marido e mulher.

Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça

tímida, humilde, sofrida.

Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,

e tudo que tinha dentro.

Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar

novo rancho e comprar suas pobrezinhas.

O homem ouviu. Abriu a carteira tirou uma cédula,

entregou sem palavra.

A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,

se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar

E não abriu a bolsa.

Qual dos dois ajudou mais?

Donde se infere que o homem ajuda sem participar

e a mulher participa sem ajudar.

Da mesma forma aquela sentença:

“A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar.”

Pensando bem, não só a vara de pescar,

também a linhada,

o anzol, a chumbada, a isca,

apontar um poço piscoso

e ensinar a paciência do pescador.

Você faria isso?

Antes que tudo isso se fizesse

o desvalido não morreria de fome?

Conclusão:

Na prática, a teoria é outra”.

.                                                    Cora Coralina

março 5, 2010

Vivência no Santê

Filed under: Quintal Vivo 2010 — quintalvivo @ 1:17 am

Quando

2 e 3 de outubro, sábado e domingo, das 8h às 17h

Onde

Em 2002, em Belo Horizonte, Minas Gerais, do encontro de um grupo de jovens mobilizados pela vontade de realizar ações socioambientais que levassem mais consciência, atitude e esperança às pessoas, surge a ONG 4Cantos do Mundo. A 4Cantos do Mundo se dedica à construção de um mundo melhor, mais humano e sustentável, tendo como foco a temática ambiental. Para tal, a ONG promove a educação ambiental, a participação política (não partidária), a mobilização artística e cultural e a pesquisa e aplicação de tecnologias sociais.

Palco de discussões, práticas e projetos, agora, a ONG cede seu espaço para a execução de um Telhado Verde, e implantação de um sistema de Drenagem e Irrigação de baixo custo.

A 4Cantos do Mundo se fortalece a cada atitude, e sua colaboração na doação de espaço para a realização do curso, que tem em si o mesmo ideal da instituição, consiste num desses momentos de troca de forças. Além das atividades já estabelecidas na área Ambiental, a instituição terá prazer em receber/contribuir com as alterações que o curso trará para espaço.

Espaço Santê-Sede da 4 Cantos do Mundo

Rua Mármore, 258, Santa Tereza, BH/MG

O que?

A proposta de um telhado que possibilite o plantio e melhore as condições acústicas, térmicas e visuais, nasceu nos século 19, mas somente na última década vem sendo utilizada. Aumentando as opções de construção, privilegiando as questões ecológicas e contrapondo-se ao modelo convencionalmente usado nas grandes cidades, o Telhado Verde é uma ótima opção pois possui preço acessível, otimiza o espaço e sua utilização condiciona um ambiente mais agradável.

                               

FOTOS RETIRADAS DO INSTITUTO KAIRÓS – MACACOS – MG

O crescimento das cidades diminui gradativamente a área de percolamento das águas. A diminuição de áreas verdes e o aumento de áreas construídas ainda contribuem para enchentes e alagamentos. A otimização da drenagem diminui estes riscos, uma vez que facilita o percolamento da água no solo, e garante melhor utilização da água.

Além das vantagens já citadas, o Telhado Verde executa a função de captar e destinar as águas pluviais, que irão nutrir as plantas do próprio telhado e serão direcionadas para o quintal, através de um projeto de Drenagem. A execução das vias de drenagem pretende mostrar que mesmo com poucos recursos é possível facilitar o escoamento das águas nos centros urbanos, além de favorecer a irrigação de plantas que, neste caso, oferecem alimento e beleza.

                                           

Na mesma inter face o Grupo Quintal Vivo ainda sugere alternativas para irrigação de baixo custo. No quintal da 4Cantos do Mundo, onde ocorrerá a benfeitoria, crescem várias espécies de árvores e plantas menores que necessitam de água em tempos de seca. Atualmente a irrigação no local é feita com mangueira, processo dependente e demorado.

Com o sistema de Irrigação – através da Pet Irrigação e da micro aspersão com cotonetes – pretendemos, além da reduzir o tempo gasto na atividade, possibilitar sua execução sistemática e, consequentemente, mais eficiente. Para a isso, com base nas medições do terreno, analisaremos as melhores alternativas para facilitar a irrigação.

                                      

O Modulo acontecerá em dois dias: em ambos trabalharemos a execução do Telhado Verde que, no primeiro dia, será feito em paralelo com o projeto de Drenagem e, no segundo, com o Sistema de Irrigação de Baixo Custo.

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março 4, 2010

Vivência no Ervanário São Francisco de Assis

Filed under: Quintal Vivo 2010 — quintalvivo @ 11:23 pm

Quando

11 e 12 de outubro, segunda-feira das 9h às 18h, e terça-feria das 8h às 17h.

Onde

Ervanário São Francisco de Assis – Loteamento Ipê Amarelo, Sabará/MG

É no Ervanário São Francisco de Assis que o casal Fernando e Tantinha desenvolve seu trabalho com plantas medicinais, desde o plantio até o preparo e indicação de medicamentos.

O casal trabalha com as plantas há 16 anos. Foi uma demanda familiar, o objetivo de encontrar um tratamento adequado para um dos filhos, que os fez começar. Hoje a farmacinha popular, em sua casa no Alto Vera Cruz, atende pessoas indicadas pelos própri@s médic@s e agentes do Centro de Saúde local. Na farmácia caseira são produzidos 48 tipos de medicamentos utilizando-se 53 tipos de plantas cultivadas e 28 tipos de plantas nativas.

O trabalho do Ervanário sempre esteve associado ao Grupo Semear – composto por outras famílias da região e que, desde 1994, promove práticas alternativas de saúde e alimentação, além de trabalhar o controle e qualidade de medicamentos naturais e o aproveitamento dos quintais. O Semear participa ativamente da Articulação PACARI, formada por 80 organizações, dentre elas grupos comunitários, ONGs, universidades e pessoas interessadas na produção agroecológica e no extrativismo de plantas medicinais do bioma cerrado.

O trabalho que o grupo desenvolve, acreditamos, é fundamental para a economia e cultura das comunidades com que se relacionam: resgatar práticas alternativas de saúde e alimentação permite considerável redução de gasto com os mesmos, além de valorizar o conhecimento popular e legitimar a sabedoria regional. Ao (re)aprender a cuidar dos quintais, produzir os próprios xaropes e utilizar integralmente o alimento, as famílias melhoram a alimentação, economizam nas compras, adoecem menos e têm um contato renovado com o ambiente e a espiritualidade.

E agora a novidade é: Tantinha, Fernando e família adquiriram um novo espaço, uma nova terra… maior, com mata e nascente! As empreitadas no novo terreno estão em fase inicial… e a vivência proposta pelo Quintal Vivo é apenas um pequeno passo nessa caminhada tão brilhante.

O que?

A caminhada de reconhecimento de plantas nativas e medicinais consiste numa breve visualização da riqueza que é a natureza do cerrado e num pouco da transmissão dos saberes do conhecedor Fernando… saberes esses que se encontram em pleno potencial nesse novo espaço!

Conhecedor é um termo usado pelos grupos de agricultura urbana e organizações apoiadoras para designar aqueles que conhecem o uso de plantas medicinais e medicina caseira. Os conhecedores populares estão preocupados com a manutenção das áreas verdes, sobretudo aquelas que apresentam plantas medicinais nativas, por entenderem que esse é um meio de garantir o acesso à planta de qualidade e o preparo de bons remédios. Seu trabalho, entretanto, não se limita a conservar, é necessário que eles tenham condição de fazer um manejo adequado, contribuindo ainda mais para a preservação das espécies.

                                  

A Permacultura permite uma existência humana coerente dado que propõe um modelo de desenvolvimento infinito e completo. Este sistema de design é baseado na observação de sistemas naturais, na sabedoria contida em sistemas produtivos e no conhecimento moderno, científico e tecnológico; os sistemas devem ser ecologicamente corretos, economicamente viáveis e sustentáveis a longo prazo; as necessidades energéticas devem ser supridas pelo próprio sistema (pequenas ou grandes propriedades).

A ética na Permacultura envolve três níveis de princípios: o cuidado com a terra, com as pessoas e a justa partilha dos excedentes.

                

Os sistemas convencionais de tratamento de esgotos – entende-se aí o lançamento de esgotos em corpos de água – provocam impactos ao meio ambiente e à saúde das populações. A segregação das chamadas águas negras (provenientes do vaso sanitário) e águas cinza (não contaminadas com fezes) permite o tratamento simplificado e descentralizado dos diferentes tipos de efluentes domésticos, possibilitando a reutilização da água e dos nutrientes contidos no esgoto.

O Tanque de Evapotranspiração (Tevap) é uma tecnologia proposta por permacultores visando o tratamento e reuso domiciliar de águas. Consiste num sistema composto por um tanque repleto de plantas que farão o trabalho de decomposição anaeróbia da matéria orgânica, mineralização e absorção dos nutrientes e da água pelas raízes. Os nutrientes deixam o sistema incorporando-se à biomassa das plantas e a água é eliminada por evapotranspiração.

O tanque é um espaço retangular impermeabilizado, dimensionado para uma unidade familiar, preenchido com diferentes camadas de substrato e plantado com espécies vegetais de crescimento rápido e grande demanda de água.

O efluente do vaso sanitário (água negra) entra no sistema pela câmara de recepção, localizada na parte inferior do tanque, permeando, em seguida, as camadas de material cerâmico. Nessa porção inferior do tanque, ocorre a digestão anaeróbia dos nutrientes da água. Com o aumento do volume de esgoto no tanque, o conteúdo preenche também as camadas superiores, de brita e areia, até atingir a camada de solo acima, através da qual se move por ascensão capilar até a superfície.  Assim, o tanque de evapotranspiração permite que a água que seria eliminada do sistema aí permaneça, exercendo outras funções.

O grupo acredita que o trabalho que desenvolve é fundamental tanto para a questão econômica quanto cultural das comunidades. O resgate de práticas alternativas em saúde e alimentação permite que os gastos com alimentação e medicação sejam diminuídos e o conhecimento popular dos/as idosos/as seja valorizado. Ao aprender a utilizar integralmente o alimento, a produzir os próprios xaropes e a cuidar dos próprios quintais, as famílias melhoram a alimentação, economizam nas compras, adoecem menos e têm um contato renovado com o ambiente e a espiritualidade.

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março 3, 2010

Vivência em Casa Branca

Filed under: Quintal Vivo 2010 — quintalvivo @ 7:26 pm

Quando

23 e24 de outubro, sábado à partir das 9h, e domingo até às 17h

Onde

Casa de Carolina e Sanches, em Casa Branca – Brumadinho

O que?

A tecnologia de Sanitário Compostável ou Banheiro Seco é utilizada em vários países do mundo, adaptando se de acordo com a região onde é instalada. Leva em consideração o uso da água e busca a resolução de problemas sociais ocasionados pela falta de saneamento. Além disso, o Bason, como é chamado pelos permacultores, possui preço acessível, não gera efluentes líquidos e disponibiliza, ao fim do processo, composto orgânico.

Pretende se com esse módulo, entre outros, que o modelo motive iniciativas que busquem uma solução alternativa para o envolvimento da água em nosso processo sanitário e para os problemas gerados por conta disso. Para tanto, é necessário comprovar a eficiência do Sanitário Compostável, no fechamento do ciclo da matéria orgânica.

                                                                 

Este móduloconsistirá na execução desse projeto, utilizando recursos e técnicas de construção ecológicas. Serão abordadas as medidas necessárias para que o banheiro funcione corretamente, levando em conta dados técnicos como a inclinação do coletor, a locação do banheiro, a liberação de gases, os compartimentos do coletor, as medidas do banheiro, o manejo e a utilização do composto, entre outros.

                                                     

Parte desta vivência será dedicada ao plantio de um berço Berço Agroflorestal – um modelo de horta sucecional baseado nas técnicas de Enrst Gostch, utilizado para recuperação de áreas degradadas.

Um sistema agroflorestal é uma forma de produzirmos alimentos ao mesmo tempo em que conservamos ou recuperamos a natureza. Isso é possível porque nessa forma de produção, ao invés de retirarmos toda a vegetação original e plantarmos apenas uma cultura em uma larga extensão de terra, procuramos entender o funcionamento da natureza e imitá-la, utilizando as relações entre os seres vivos a nosso favor e estimulando a biodiversidade. Nas agroflorestas utilizamos culturas agrícolas, árvores e animais em um manejo que leva em consideração o tempo e o espaço.

Os sistemas agroflorestais devem tentar reproduzir ao máximo a arquitetura das formações naturais, para melhor aproveitar a radiação, umidade e nutrientes. É muito importante o conhecimento das características de cada espécie utilizada e sua relação com as demais. A adubação é feita de forma natural, com os recursos disponíveis e com a dinâmica de ciclagem de nutrientes típica das florestas, através da poda das árvores e da adubação verde.

Devemos interpretar os sinais da natureza e utilizá-los a nosso favor. Se os insetos estão em uma quantidade que pode danificar a colheita, devemos aumentar a biodiversidade e buscar o controle biológico. Se há o surgimento de ervas espontâneas, devemos retirar ou podar aquelas que porventura estiverem competindo com as culturas e estimular o crescimento das outras. O mais importante num manejo agroflorestal é o conhecimento do ambiente natural que nos cerca e a consciência de que o ser humano faz parte da natureza e deve se relacionar com ela de uma forma harmonioza.

A atividade prática requer muita observação para que, mais tarde, seja possível combinar plantas de diferentes espécies, de forma que uma planta de ciclo curto favoreça o ambiente para outra de ciclo mais longo. O  planejamentos do berço será elaborado e executado pelas próprias pessoas que farão o curso.

              

Saiba como chegar:

9733-8328 ou 9648-3677

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março 2, 2010

Vivência na Associação Comunitária do Cafezal

Filed under: Quintal Vivo 2010 — quintalvivo @ 5:46 pm

Quando

18 de dezembro, sábado, das 9h às 17h.

Onde

Associação Comunitária dos Moradores da Vila Santana do Cafezal

Rua Bela Vista, nº 56, Vila Santana do Cafezal, Aglomerado da Serra, BH/MG

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Como Chegar

No mapa estão sinalizados os pontos dos ônibus 103 e 4107. e os caminhos até a associação.

O ponto azul é o ponto final do 4107. Passa na Afonso Pena, sentido Serra. Veja o itinerário e horárois do 4107.

E o ponto amarelo é o ponto do 103, em frente à associação, logo depois da praça do cafezal.

Passa em frente ao Life Center na Av. do Contorno, Sentido Cafezal. Veja o itinerário e horários do 103

Na parte inferior do mapa, estão sinalizados dois caminhos para se fazer a pé ou de bicicleta, vindo pela Avenida Men de Sá, ou da Rua do Ouro, até a entrada do Cafezal.

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A Vila Santana do Cafezal é uma das sete vilas que integram o Aglomerado da Serra, maior conjunto de favelas da Região Metropolitana de Belo Horizonte. No espaço da Associação Comunitária são realizadas várias ações.

Em 2005, após a assembléia geral convocada pela Associação Comunitária e pelas Brigadas Populares, uma Horta Comunitária foi criada na área de propriedade pública, localizada atrás da sede da Associação. Desde então, na horta é um instrumento de produção de folhosas, legumes, plantas medicinais e algumas árvores frutíferas. A inserção das práticas de produção de alimentos e a nova função do espaço substituíram o antigo uso – ponto de deposição clandestina de entulho atraindo animais nocivos à saúde humana – criando novas relações sociais e novos significados para o local. Com cinco anos de história, o trabalho iniciado por um coletivo de 12 moradores, concentra-se hoje nas mãos do Sr. Dorvalino Quaresma.

Fruto do envolvimento com a Articulação Metropolitana de Agricultura Urbana (AMAU), a Horta Comunitária do Cafezal é contemplada como uma das Unidades Produtivas, do Centro de Referência em Agricultura Urbana e Periurbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte (CAUP).

Também o Grupo de Plantas Medicinais Santana tem sede no espaço da Associação. O Grupo surgiu a partir do Ciclo de Encontros Cultivando Saúde, promovido pelo Grupo Aroeira, que acompanha a Horta desde o segundo semestre de 2007, com o objetivo de valorizar e fomentar as práticas de agricultura urbana da Vila Cafezal, especificamente na Horta Comunitária. O Grupo de Plantas Medicinais Santana se encontra todo sábado, e recebe, a cada 15 dias, o acompanhamento do Aroeira.  O Grupo está, hoje, produzindo pomadas, xampus, sabonetes medicinais, xaropes e plantas secas para chá.

Ainda funciona na Associação Comunitária do Cafezal, a cooperativa de costureiras denominada Asas – Meninas do Cafezal, que produzem artesanatos a partir do reaproveitamento dos retalhos de tecidos; E o Projeto Itamar, que oferece à comunidade aulas da arte marcial TAE-KWON-DO.

O Quintal Vivo pretende aplicar na Associação Comunitária dos Moradores da Vila Santana do Cafezal duas tecnologias, visto o potencial que o espaço tem para a disseminação destas tecnologias dentro da comunidade e os benefícios que as mesmas trarão.

O que?

Enxergamos na difusão do conhecimento e do uso do Aquecedor Solar de Baixo Custo uma alternativa pedagógica para a melhoria social, ambiental e econômica, uma vez que pode contribuir na redução dos gastos com a conta de energia elétrica (o chuveiro elétrico pode consumir de 50 a 80% do total de kw/h gastos mensalmente). Vários motivos justificam a importância de incentivar o uso do Aquecedor Solar de Baixo Custo: além da preservação ambiental e da conservação de energia, é uma tecnologia que apresenta possibilidade de autoconstrução, o uso de material de baixo custo e a simplicidade na instalação.

     

O Minhocário de Gaveta é um sistema vivo balanceado, auto-regulável e sem mau cheiro projetado para ajudar as pessoas a reduzirem, reutilizarem e reciclarem o seu lixo orgânico como restos de comida, podas de jardim e papéis, preservando o meio ambiente.

Consiste em três caixas, uma tampa, um garfo de jardim, uma torneira, cama de composto e/ou húmus, matrizes de minhocas e um manual de instruções. Colocando as minhocas para trabalhar neste sistema inovador, converte-se sobras de alimentos e resíduos orgânicos em um rico nutriente, fertilizante natural que suas plantas de vaso, jardim e horta adoram.

Essa técnica terá grande função tendo em vista a demanda de adubo da horta comunitária e o desafio da mobilizaçãodos moradores quanto à disposição dos resíduos orgânicos na comunidade.

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Saiba como chegar

Associação do Cafezal - Saiba Como chegar

No mapa estão sinalizados os pontos dos ônibus.

O ponto azul é o ponto final do 4107. Passa na Afonso Pena, sentido Serra.

Veja o itinerário e horárois do 4107.

E o ponto amarelo é o ponto do 103 que para em frente à associação, logo depois da praça do cafezal.

Passa em frente ao LifeCenter na Av. do Contorno, Sentido Cafezal. Veja o itinerário e horários do 103

Na figura abaixo estão sinalizados dois caminhos para se fazer a pé ou de bicicleta, vindo pela Avenida Men de Sá, ou da Rua do Ouro

agosto 28, 2009

Manejo de abelhas indígenas sem ferrão

Filed under: Quintal Vivo 2010 — quintalvivo @ 7:18 pm

“Quando chove as abelhas

Começam a trabalhar:

Moça-branca e a pimenta, Mandaçaia e mangangá;

Canudo, Mané-de-Abreu, Tubiba e irapuá.”

“Ronca a tataira,

Faz boca o limão,

Zoa o sanharão,

Trabalha a jandaira,

Busca flor a cupira

Faz mel o enxú,

Zoa o capuchú,

Vai à fonte a jataí,

Campeia o enxuí,

Faz mel a uruçu”

Francisco Romano (1840-1891), cancioneiro nordestino

Quando

21 de novembro, domingo, à partir das 9h

Onde

4 Cantos do Mundo – Rua Mármore, 258, Santa Tereza, BH/MG

Como

Durante a parte da manhã faremos uma apresentação das abelhas nativas sem ferrão e uma exposição dos principais aspectos relacionados ao seu manejo. Os temas abordados serão, entre outros: identificação das principais espécies; vantagens da criação das abelhas indígenas sem ferrão; principais diferenças em relação à abelha Apis Mellifera; modo de vida e organização das colméias; métodos de captura passiva e ativa; cuidados na criação; colheita e comercialização do mel.

No final da manhã faremos uma prática de construção de caixas isca e ainda o manejo de uma colméia de Jataí, uma das espécies mais comuns em Belo Horizonte e muito valorizada entre os meliponicultores (criadores de abelhas indígenas sem ferrão).

Encerraremos a vivência das abelhas a degustação do mel de Jataí, de elevado poder medicinal.

Colméia de Jataí

Saiba Detalhes

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Na parte da tarde, finalizaremos a construção do Telhado Verde,

iniciado no primeiro módulo do círculo de vivências deste ano.

Esperamos à todos!      info: (31)8454-8437 ou (31) 3461-6851

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agosto 21, 2009

CONOGRAMA DE ATIVIDADES

Filed under: Quintal Vivo 2009 — quintalvivo @ 11:26 pm

imagem

agosto 19, 2009

Curso no quintal do Espaço Santê

Filed under: Quintal Vivo 2009 — quintalvivo @ 4:23 pm
INSCRIÇOES ABERTAS!

ÚLTIMAS VAGAS!

“Venha vivênciar, buscar soluções, trocar saberes, fazer, se expressar, vamos nos reconectar com Gaia, Terra nossa mãe, que em poucos canteiros e espaços da cidade, pode contribuir para nossa alimentação, evitar transporte, evitar embalagens, cultivar nossa generosa mãe, que em teu colo nos dá abundância em Alimento, Cores, Cheiros e Sabores, temos provas disso diariamente, em qualquer buraquinho que seja na calçada onde tenha espaço para expressar sua Beleza, e Vitalidade.”

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